Lições aprendidas: Campanha de Indicações
Enviado em 20 de Agosto de 2008
Publicado por Paulo | Enviar por e-mail
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Essa é uma história interna. Como meu pai dizia, quando conseguimos rir de nossos erros, é porque já os superamos. Por isso, compartilho com os leitores essa nossa desastrada campanha, no intuito de evitar que outros cometam a mesma gafe.
Há algum tempo a grande novidade no marketing eram as campanhas de indicações. Com anúncios na TVs, revistas e jornais, vinham os bancos encabeçando essa onda, seguidos de perto por grandes empresas nacionais e multinacionais.
Com toda essa movimentação, pensamos: Ei! É uma grande idéia! Vamos fazer também… e partimos para colocar nossa campanha no ar (no site, não na TV… quem dera!).
Bem, a campanha era bem simples, quem indicasse mais amigos para receber nossa newsletter, até uma determinada data, receberia um prêmio. Estava até bem estruturada: o visitante tinha que se cadastrar e então poderia controlar quantos amigos já tinha indicado e qual sua posição no ranking de maiores indicadores.
Só faltou um “pequeno” detalhe que julgávamos implícito: quem indicava deveria conhecer o indicado e vice-versa, por isso, não nos preocupamos com um mecanismo que permitisse uma confirmação deste. Só que… tivemos uma surpresa quando um participante percebeu essa brecha e enviou algumas centenas de indicações.
A partir daí o leitor pode imaginar a confusão: Quem é esse que me indicou? Não conheço nenhum “fulano”…, e por aí vai… Pior de tudo: tivemos que premiá-lo.
OK. Ele ganhou o prêmio e nós, uma lição… Fazer o que, né?