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O que que é isso? Websódio 1: O Carinha da T.I.



Tire uns minutinhos da rotina de trabalho pra relaxar e se divertir.

Esse é o primeiro episódio da série “O que que é isso?” produzido pela Locaweb.
É pra rolar de rir…

Editorial: ConceitOnLine - Edição Agosto/2008

Pra quem vê internet em tudo o que faz.

Newsletter ConceitOnLine: Pra quem vê Internet em tudo o que faz.


É com satisfação que lançamos a newsletter “ConceitOnLine”, um canal de comunicação para o compartilhamento de experiências, idéias, melhores práticas e conhecimentos.

Na sessão “Especial” tratamos sobre o resultado prático da experiência de nossa atuação no mercado.
Na sessão “Soluções” tratamos sobre novidades, aplicativos e serviços que prometem revolucionar a internet.
Finalmente, na sessão “Lições Aprendidas”, compartilhamos idéias ótimas que se mostraram desastrosas no fim.

Esperamos que você aproveite o conteudo dessa newsletter e aguardamos pela sua opinião sobre as nossas matérias.

Equipe de desenvolvimento
Exequator Consultoria e Sistemas

Especial: Você se esconde de seus clientes?

Você se esconde de seus clientes?

Se o seu cliente não te encontrar, com certeza encontrará o seu concorrente.
Essa é uma regra universal nesse ambiente em constante mutação e interatividade chamado Internet.

Porém, encontramos empresas de todos os portes, desde gigantes multinacionais até micro-empresas, que realizam ações que praticamente as escondem, ocasionando perda de negócios, oportunidades, vendas e, conseqüentemente, lucratividade.

Nesta matéria, procuro citar algumas boas práticas de visibilidade para ajudá-lo a ser encontrado na rede:

Domínio de Primeiro Nível – DPN (.com.br, .ind.br, .art.br, .adv.br, etc):
Não se engane: o “.com.br” está enraizado em nossa sociedade. Para quem escolheu uma terminação diferente, sinto informar que não foi uma boa idéia… O mesmo vale para aqueles que adotaram apenas o “.com”. É só verificar como temos dificuldades com domínios de outras terminações. Muitas vezes ouvimos apenas o nome que vem depois do “www” e já inserimos o “.com.br” automaticamente.
Se o seu domínio possui outras terminações, pode ter certeza que muita gente tenta encontrá-lo e não consegue, recebendo uma mensagem de erro.
Porém, isso é facilmente resolvido: No Brasil, cada empresa pode possuir até 2 domínios com DPN´s diferentes, portanto, basta registrar um domínio adicional “.com.br”. Um investimento de menos de R$ 50,00 por ano, que garantirá que os internautas o encontrem muito mais facilmente.

Escolha do domínio – o seu nome na rede:
Nessa escolha, quanto mais simples, melhor.
Para uma empresa que se chame “Fulano Comércio e Serviços Ltda”, o ideal é um domínio fulano.com.br. Nada de fulanonet.com.br, fulanocom.com.br, fulanobrasil.com.br, fulanocomercioeservicos.com.br, fulano-serv.com.br, fulanoweb.com.br , fulanet.com.br ou qualquer outra variação. Além disso, quanto menor o seu nome, mais fácil será para seus visitantes gravá-lo.
Lembre-se que o objetivo é ficar gravado na memória do internauta. Além disso, algumas variações passam uma imagem de pouca intimidade com o mundo virtual.

Domínios que induzem a erro:
Imagine uma empresa que se chame “Fulanno Comércio e Serviços Ltda” e possua o domínio fulanno.com.br. É muito provável que tentarão acessá-la através do domínio fulano.com.br por engano. Ora, em vez de deixar o internauta receber uma mensagem de erro, por que não registrar esse domínio também e redirecioná-lo para o site correto?
Um bom exemplo pode ser visto na Locaweb: se você acessar o localweb.com.br você será redirecionado para o site correto locaweb.com.br. Simples, prático e barato.

Domínio-produto ou domínio-promocional:
É muito comum o registro de domínios com o nome do produto, por exemplo: www.cafegostoso.com.br que dá acesso ao site da Padaria da Esquina Ltda.
Esse tipo de domínio tem um retorno muito bom em sites de buscas e diretórios e deve ser utilizado sempre que possível, porém, são necessários alguns cuidados para que sua empresa não seja descaracterizada ou passe despercebida no seu próprio site.
A principal dica é: não construa seu site sob um domínio-produto. Utilize-o para redirecionar o internauta para o site oficial da empresa, afinal, é sua marca que deve ser destacada, certo?

Coerência entre domínio e e-mail:
Mais uma vez, quanto mais simples, melhor.
Se o seu domínio é fulano.com.br, seus emails devem seguir o mesmo padrão: nome@fulano.com.br. Nada de nome@email.empresa.com.br, nome@fulanoemail.com.br, nome@ful.com.br ou outras variações.
Padronize seus e-mails de acordo com seu domínio, pois é mais prático, facilita sua memorização e passa a imagem de organização e coerência.

Anúncios:
Essa dica serve para o mundo virtual, tanto quanto para o mundo real: abuse dos anúncios! Anuncie sua empresa (e acompanhe o resultado de seus anúncios!) em todos os catálogos, diretórios, sites e listas que seu orçamento permitir – e também nos catálogos gratuitos que povoam a internet.
Ao anunciar a empresa, certifique-se que o site, o telefone e o e-mail de contato (Sim! O e-mail de contato é extremamente importante) estão corretos. Por mais incrível que possa parecer, encontramos muitos anúncios (gratuitos e pagos) com esses dados incorretos…
Porém, mais um cuidado a ser tomado: cadastre-se em sites de anúncios idôneos, senão sua caixa postal poderá ser invadida por spam, afinal, muitos destes sites são apenas uma forma de obter seus dados. Verifique antes quais empresas estão cadastradas, o número de acessos que o site possui, se possui formas de contato com os proprietários do site, se trata-se de pessoa jurídica com CNPJ ativo, etc.

E-mail de contato nos anúncios:
Um anúncio pode ter uma vida útil extremamente longa, por isso, nunca utilize e-mail pessoal como contato, pois se a pessoa se desligar da empresa, o anúncio perde sua validade. Além disso, e-mails pessoais despertam o interesse especial de spamers, principalmente se vier acompanhado de seu cargo na empresa.
Não utilize e-mail de departamentos internos para os anúncios como marketing, diretoria, presidência, financeiro, etc. Prefira algo como atendimento@fulano.com.br, pois passa a imagem de um contato inicial ou para esclarecimentos.
Já o e-mail vendas@fulano.com.br possui um baixo retorno, pois passa a impressão de que ao enviar um e-mail, o cliente já está efetuando uma compra. Uma outra dica importante: nunca utilize e-mails como webmaster ou administrador pois também passam a imagem de pouca intimidade com o mundo virtual.

Otimização do site – SEO
Aplique técnicas de SEO – Search Engine Optimization.
O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca, obtendo um melhor posicionamento.
São técnicas simples que fazem realmente uma grande diferença na taxa de acessos, porém, um grande cuidado deve ser tomado: o SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo (e eles não fazem isso!).
Essas empresas utilizam uma metodologia bastante complexa para ordenar seus resultados, considerando as palavras-chaves, o conteúdo e a quantidade de acessos que o site possui, além, é claro, da correspondência com a palavra digitada na busca. Portanto, desconfie de quem “garante” que seu site ficará nas primeiras posições.

Visual, conteúdo e navegabilidade:
OK, então a empresa segue as orientações, o site é bem divulgado e recebe uma grande quantidade de acessos por dia: É aqui que o trabalho começa prá valer!
Você tem que se preocupar com o visual e navegabilidade do site.
A imagem deixada por um site é profunda e marcante, portanto, deve ser utilizada a favor de seus negócios. O site deve refletir todo o estilo de sua empresa, passando a percepção de uma empresa arrojada, sólida, dinâmica e moderna.
Um site mal projetado e desatualizado depõe contra a empresa de uma forma quase esmagadora.
Imagens de má qualidade, erros, links quebrados, inconsistências entre as páginas, linguagens e tecnologias ultrapassadas causam o mesmo impacto de ir a uma reunião comercial de bermudas, chinelos, sujo e despenteado.
Desfazer a imagem negativa de um site ruim se torna quase impossível, pois o internauta nem chega a entrar em contato.
Quem visita o site deve ter a impressão de uma empresa que domina a tecnologia atual, é organizada, capacitada para atendê-lo e que zela pela sua imagem virtual.

Um bom site é uma excelente ferramenta:
Além do papel de vitrine, vendendo a imagem da empresa, um bom site atua também em seu ambiente interno. Ele deve ser encarado como um ponto de apoio que os funcionários podem contar para busca de informações e detalhes sobre os serviços da empresa, seus produtos, campanhas e novidades.
Deu branco ao responder um questionamento de um cliente? Basta acessar o site e a resposta está lá!
No entanto, encontramos casos que são exatamente o contrário: os próprios funcionários praticamente nunca acessaram o site da empresa. Aí fica difícil…

Através da prestação de serviços de consultoria e administração de sites, a Exequator está capacitada para ajudá-lo a potencializar sua atuação on-line, desde o desenvolvimento ou atualização do site, elaboração de serviços e elementos de interatividade, aumento da visibilidade, SEO (otimização para sites de buscas), criação e acompanhamento de anúncios, monitoramento dos visitantes, identificação de tendências e páginas mais acessadas, elaboração de campanhas de marketing online, hot-sites e e-mail marketing.

Com a prestação desses serviços, nosso objetivo é assumir a responsabilidade pela “vida on-line” de sua empresa. Claro que, para atingir esse objetivo, é necessária uma confiança sólida, construída diariamente com compromisso, competência e qualidade.

Extra: Como identificar e se proteger de SPAM

Como identificar e se proteger de Span


Recentemente me aconteceu um fato bastante curioso, que motivou a escrever esse artigo de última hora: Estava em busca de um determinado serviço e encontrei o anúncio de uma empresa em um destes sites de classificados.

Mais que natural, enviei um e-mail para essa empresa, solicitando maiores informações sobre seus serviços, formas de pagamentos, etc. Até aí, tudo bem…

Agora, imaginem o meu espanto quando recebi a resposta deles: um e-mail bastante grosseiro e mal-educado, dizendo, em outras palavras, que eu deveria ter vergonha de praticar SPAM e que eles têm mais o que fazer do que ficar lendo o e-mail não-solicitado que eu havia enviado. (!!!)

- Peraí!! Tá maluco?? Solicitei informações porque ví o SEU anúncio e ESTAVA interessado nos SEUS serviços…

Abro um parêntese na história para ressaltar como o comportamento humano se altera quando se sente protegido por uma “armadura”, seja ela um automóvel ou o anonimato da internet. No trânsito a disputa é praticamente centímetro a centímetro com os demais. Na internet, simplesmente se esquece que, por detrás dos e-mails, existem pessoas, adotando formas de tratamento repugnantes.

Esse episódio maluco fez com que eu prestasse atenção sobre o que se diz a respeito do SPAM, e confesso que fiquei bastante preocupado, afinal, está beirando uma paranóia.
O SPAM é realmente uma praga, mas é necessário ter bom-senso até para combatê-lo.

Encontrei “estatísticas” que juram que 95 % do que é feito na internet é SPAM.
Calma lá: 95 %!
Em primeiro lugar: De onde vêm esses números? Quem os mede? Acho muito pouco provável que os provedores gastassem processamento de máquina para medir o que cada usuário faz na rede, algo do tipo:
- este usuário está acessando o YouTube, esse usuário está acessando o Orkut, esse usuário está enviando e-mail (nem todo email é spam, afinal), esse usuário está enviando SPAM…
Ora, se houvesse realmente essa medição, seria muito simples resolver o problema, identificando e punindo o spamer.

O fato é que a internet é, realmente, a mídia de propaganda em massa mais barata e democrática que existe, e seu sucesso se baseia justamente nisso. Poucas empresas podem se dar ao luxo de anunciar em jornais, revistas e, muito menos, na TV. Na internet todos podem. Infelizmente, a generalização desta paranóia é causada pela falta de bom-senso na utilização do e-mail.

Como identificar um SPAM

Um spamer nunca tem boas intenções. Essa é uma lei universal. Suas mensagens pretendem induzir à execução de alguma ação, que pode ser desde a retransmissão do e-mail para outros destinatários, baixa de arquivos (geralmente com vírus ou trojans), acessar um determinado site para aumentar artificialmente sua taxa de visitas, entre outras.

Um spam segue alguns padrões:

A característica mais presente é o remetente não identificável. Ele sabe que está fazendo coisa errada e, por isso, se esconde. O campo remetente nunca possui o endereço de e-mail real de quem enviou a mensagem.
Uma variação desta regra é tentar se passar por um remetente confiável, geralmente uma grande empresa, conhecida e idônea.

O conteúdo da mensagem não permite a identificação do remetente. A mensagem não possui formas de contato, telefone, endereço, site, etc. Além disso, não apresenta nenhuma informação, apenas insiste, através de subterfúgios mais variados, que você acesse algo.

Envio da mesma mensagem diversas vezes. Ora, se fosse uma propaganda comum, enviar uma ou cem vezes para o mesmo destinatário teria o mesmo efeito: se o destinatário não tiver interesse no produto, receber vários e-mails não fará com que esse interesse apareça. Aliás, o efeito é justamente o contrário.

Na verdade, o spamer aposta que a gente se distraia ou fique curioso e acabe clicando ou, ainda, que outra pessoa (filho, esposa, marido) esteja utilizando o computador no momento que a mensagem for recebida.

Se a mensagem recebida possuir um remetente claramente identificado, o assunto da mensagem for compatível com seu conteúdo, possuir telefone e e-mail para contato, a identificação da empresa remetente e seu site, pode ter certeza: é apenas uma empresa com pouca verba para publicidade, lutando pela sua sobrevivência.

Tudo bem, ainda assim, seria melhor não recebê-la, mas não seja tão duro… Afinal, ao te enviar um e-mail marketing, o remetente te autoriza a enviar a ele também, então não perca a oportunidade. Nós mesmos temos diversas experiências de empresas que nos enviaram e-mail marketing e, no final, acabaram por se tornarem nossos clientes. Além disso, geralmente, essas mensagens são enviadas uma única vez, então, se não tiver interesse, apague.

E nos casos em que o remetente envia vários e-mails por dia, todos os dias? Bom, é aqui que se iniciam os abusos e o mau uso do recurso.

(Essas dicas servem apenas se o remetente for uma empresa legítima):
Se o e-mail possuir uma instrução para remoção da lista, recurso praticamente obrigatório para empresas sérias, siga-a corretamente. Se disser para enviar um email com o assunto “Remover”, enviar com outro assunto não vai retirá-lo da lista. Se não possuir, uma simples resposta do tipo: “Guardarei sua mensagem para referência futura, mas no momento não tenho interesse. Por favor, remova meu email de sua lista.” Uma resposta direta e educada surte mais efeito do que xingar e esbravejar.
Porém, verifique se o e-mail com o qual está enviando a solicitação para remoção é o mesmo que recebeu a mensagem, senão não vai ter efeito algum.

Além disso, responder ou entrar em discussões com spamer, no mínimo, gera mais spam, pois desta forma, você acaba de confirmar que seu endereço de e-mail é válido.

Como se proteger?

Bem, você pode reclamar junto ao seu provedor ou administrador da rede, enviando a mensagem recebida para o endereço de reporte de spam.
Opcionalmente, pode-se encaminhar a reclamação para o e-mail relays@mail-abuse.org, incluindo no corpo da mensagem, a diretiva: Relay:, este procedimento é um tipo de denúncia automática.
Porém, como o verdadeiro spamer dificilmente é identificado, forjando endereços, servidores e relays, geralmente, fora do país, não espere muita coisa.

A solução mais efetiva para eliminar os spams que você já recebe se baseia na aplicação de filtros anti-spam aos seus e-mails, bloqueando e-mails específicos, domínios e palavras-chave, tanto no assunto quanto no conteúdo da mensagem, bem como recursos de confirmação de envio de mensagens.

E, para não aumentar o número de spam que recebe, o único recurso é a prevenção:

Evite se cadastrar em sites que prometem não divulgar seus dados. Evite se cadastrar em vários sites e listas de divulgação de atualizações de informação, etc.

Caso resolva se cadastrar, uma dica é utilizar uma conta de e-mail separada, tipo GMail, IG ou Yahoo para efetuar seus cadastros e verifique o que acontece. Se não receber spam, está comprovado que é um site idôneo, portanto, você poderá alterar seu cadastro para seus dados reais, caso contrário, basta excluir essa conta e adeus spam!

Recursos que fazem muita diferença no seu site.

Nesta matéria apresentamos alguns serviços grátis, ou quase, que agregam valor ao seu site, com um mínimo de esforço ou conhecimento de programação.

EasyToDo (www.easytodo.com.br): Ao se cadastrar, o sistema disponibiliza um pequeno trecho de código para que você inclua no seu site. Este código cria uma área restrita, configurada com as cores de sua empresa, onde você poderá disponibilizar arquivos e boletos bancários aos clientes. É o fim da solicitação de segundas-vias dos boletos e atrasos de recebimentos por extravios ou esquecimentos.
Gratuito para 10 boletos mensais não acumulativos. A partir daí, R$ 60,00 para cada 100 boletos no mês (valor mínimo - boletos não acumulativos).

ClimaTempo (www.climatempo.com.br): Permite que você disponibilize a previsão do tempo de todas as regiões do Brasil aos seus visitantes. Basta inserir um pequeno trecho de código no seu site.

MailChimp (www.mailchimp.com): Crie campanhas de e-mail marketing profissionais, contando com templates customizáveis e relatórios completos. Essa ferramenta é utilizada pela Cannon, GM, Intel, entre outras. A conta gratuita é limitada para até 100 destinatários.

iContact (www.icontact.com): Mais uma ferramenta profissional para criação de campanhas de e-mail marketing profissionais, com templates customizáveis e relatórios, a partir de US$ 9,95 .

GoogleTalk ChatCallBack (www.google.com/talk/service/badge/New): Adicione um serviço de atendimento online via chat em seu site. Basta se cadastrar, gratuitamente neste novo serviço do Google Talk, inserir um pequeno trecho de código no seu site e pronto. Seus visitantes poderão chamá-lo a partir de sua página.

GoogleMaps (http://code.google.com/apis/maps/signup.html): Cadastre-se e disponibilize sua localização para seus clientes, com todos os recursos do GoogleMaps, entre eles, foto de satélite, busca de endereços e criação de rotas.

Google Analytics (http://www.google.com/analytics/pt-BR/) Gratuita, essa ferramenta fantástica de análise de sites permite que você saiba a origem de seus visitantes e como eles interagem com o seu site, quais as páginas mais visitadas, taxa de rejeição, etc. Basta se cadastrar, inserir um pequeno trecho de código no seu site e pronto: Todas as informações em suas mãos.

Lições aprendidas: Campanha de Indicações

Lições aprendidas.

Essa é uma história interna. Como meu pai dizia, quando conseguimos rir de nossos erros, é porque já os superamos. Por isso, compartilho com os leitores essa nossa desastrada campanha, no intuito de evitar que outros cometam a mesma gafe.

Há algum tempo a grande novidade no marketing eram as campanhas de indicações. Com anúncios na TVs, revistas e jornais, vinham os bancos encabeçando essa onda, seguidos de perto por grandes empresas nacionais e multinacionais.

Com toda essa movimentação, pensamos: Ei! É uma grande idéia! Vamos fazer também… e partimos para colocar nossa campanha no ar (no site, não na TV… quem dera!).

Bem, a campanha era bem simples, quem indicasse mais amigos para receber nossa newsletter, até uma determinada data, receberia um prêmio. Estava até bem estruturada: o visitante tinha que se cadastrar e então poderia controlar quantos amigos já tinha indicado e qual sua posição no ranking de maiores indicadores.

Só faltou um “pequeno” detalhe que julgávamos implícito: quem indicava deveria conhecer o indicado e vice-versa, por isso, não nos preocupamos com um mecanismo que permitisse uma confirmação deste. Só que… tivemos uma surpresa quando um participante percebeu essa brecha e enviou algumas centenas de indicações.

A partir daí o leitor pode imaginar a confusão: Quem é esse que me indicou? Não conheço nenhum “fulano”…, e por aí vai… Pior de tudo: tivemos que premiá-lo.

OK. Ele ganhou o prêmio e nós, uma lição… Fazer o que, né?